• Forma en que la partid doble contribuye a la aplicación correcta de las transacciones. • Reglas que tiene la partida doble para determinar la cuenta deudora y acreedora. • Como influye e…Descripción completa
Partitura de La Partida de Juan Antonio SánchezDescripción completa
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Descripción: Partida doble
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Esquema eletrico principal #automaniaco
Esquena eletrico Corola #automaniaco
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Solenóide (automático) Porta escovas Embolo pistão Escova de carvão Alavanca de engate (garfo) Mola da escova Anel de guia Mancal lado coletor (tampa) Conjunto impulsor Batente
Mancal de acionamento (focinheira)
Induzido (rotor) Sapata (núcleo) polar
Bobina de campo
Apesar da longa durabilidade, esse componente requer manutenção, pois pode sofrer danos externos e desgastes de uso. Vejam quais são os principais problemas problemas e como corrigi-los. O motor de partida ou motor de arranque, como também é conhecido, tem o objetivo de colocar em funcionamento o motor de combustão de um veículo, que não possui força própria para começar a girar e funcionar sozinho.
132
Esquema Elétrico Do Motor Motor de Partida Com Fuso De Avanço Do Pinhão
TERMINAL 50
SOLENÓIDE
TERMINAL 30 TERMINAL 15a BOBINA DE CHAMADA
BOBINA DE RETENÇÃO
BOBINA DE CAMPO
31 TERMINAL DE CAMPO
M 31 Prof. Gustavo Adolfo
INDUZIDO
ESCOVA
Diagrama – Motor Motor de Partida CENTRAL ELÉTRICA NÓ DE ALIMENTALÇAO
POSIÇÃO DE FUSÍVEL
Entrada Maior secção mm2
CARGA DE ENTRADA
0 3 D A
20A
20A
10A
10A
15A
15A
Menor secção mm2
A R
T a N E E h D A N I n i M
D Maior secção
L
A L
mm2
CARGA DE ENTRADA
5 1 a h n i L
A D A R T N E E D A N I M A L
30A
30A
25A
25A FIO DE DUAS CORES
FIO DE DUAS CORES
Símbolo do Motor de Partida
POSIÇÃO SEM FUSÍVEL (LIVRE) FIO DE DUAS CORES
Maior secção mm2
E / L
3A
3A
CARGA DE ENTRADA
C
87 30
SOLENÓIDE
TERMINAL 30
E
TERMINAL 15a
85 86
TERMINAL 50
RELÉ DE POTENCIA DA IGNIÇÃO
BOBINA DE CHAMADA
FUSÍVEL 31
MOTOR DE PARTIDA
TERMINAL DE CAMPO
30 15
ÁXI FUSÍVEL 50A LUXO DE CARGA A BATERIA PARA NTRAL ELÉTRICA
BOBINA DE CAMPO
31
B
G
BOBINA DE RETENÇÃO
ESCOVA
Linha 15
50
ESCOVA + COMUTADOR
TERMINAL 15+
U.C.E TSZ-I TERMINAL 6
BATERIA
A
F
TRÊS ENTRADAS UMA SAÍDA DUPLA
BOBINA DO SISTEMA DE IGNIÇÃO
M INDUZIDO
31
Diagrama – Motor Motor de Partida Com Fuso de Avanço de Pinhão CAIXA DE FUSÍVEL NÓ DE ALIMENTALÇAO
Entrada Maior secção mm2
CARGA DE ENTRADA
A D A R T N E E D A N I M A L
POSIÇÃO DE FUSÍVEL
20A
20A
10A
10A
15A
15A
Menor secção mm2
Saída 30+ SISTEMA DE IGNIÇÃO
Linha 15
Maior secção mm2 30A
30A
25A
25A
CARGA DE ENTRADA A D A R T N E E D A N I M A L
FIO DE DUAS CORES
FIO DE DUAS CORES POSIÇÃO SEM FUSÍVEL (LIVRE) FIO DE DUAS CORES
Maior secção mm2
E / L
3A
RELÉ DE PARTIDA
3A
30
CARGA DE ENTRADA
86
C
87
87 30
85 86
85 31
TERMINAL 50 TERMINAL 50
SOLENÓIDE
FUSÍVEL TERMINAL 30
31
B
TERMINAL 15a BOBINA DE CHAMADA
BOBINA DE RETENÇÃO
30 15
MÁXI FUSÍVEL
BOBINA DE CAMPO
31 TERMINAL DE CAMPO
50
M
Símbolo
31
INDUZIDO
ESCOVA
Diagrama – Motor Motor de Partida e Alternador
I
CONDENSADOR
CENTRAL ELÉTRICA NÓ DE ALIMENTALÇAO
POSIÇÃO DE FUSÍVEL
Entrada Maior secção mm2
CARGA DE ENTRADA
0 3 D A
20A
20A
10A
10A
15A
15A
Menor secção mm2
ANEL E ESCOVA
31
A R
T a N E E h D A N I n i M
D
L
ESTATOR
+
A L
B+
Maior secção mm2 30A
CARGA DE ENTRADA
ROTOR
5 1 a h n i L
30A
31
Saída 15+ A D A R T N E E D A N I M A L
25A
D+
25A FIO DE DUAS CORES
PONTE RETIFICADORA
Linha 15+ FIO DE DUAS CORES
LUZ DE EXCITAÇÃO DO PAINEL
POSIÇÃO SEM FUSÍVEL (LIVRE) FIO DE DUAS CORES
Maior secção mm2
E / L
3A
REGULADOR DE VOLTAGEM
3A
31
CARGA DE ENTRADA
C
87
RELÉ DE POTENCIA DA IGNIÇÃO TERMINAL 50
30
85 86
FUSÍVEL 31
B
G
DERIVAÇÃO
B+
SOLENÓIDE
TERMINAL 30
E
TERMINAL 15a
BOBINA DECHAMADA
30
BOBINA DE CAMPO
31
15
ÁXI FUSÍVEL 50A LUXO DE CARGA A BATERIA PARA NTRAL ELÉTRICA
BOBINA DERETENÇÃO
50
MOTOR DE PARTIDA
TERMINAL DE CAMPO
Linha 15
COMUTADOR
ESCOVA
ESCOVA +
TERMINAL 15+
BATERIA
A
TRÊS ENTRADAS UMA SAÍDA DUPLA
F
U.C.E TSZ-I TERMINAL 6
M INDUZIDO
31
Teste De Bancada Do Automático/Solenóide Utilize Um Acumulador Em Bom Estado E Completamente Carregado Em Bancada 2 Procedimentos P rocedimentos::
1
°
2
°
1) °
Alimente com sinal positivo utilizando um interruptor o terminal 50; Alimente com sinal negativo o terminal de retorno da bobina de retenção (campo); Meça continuidade entre os terminais 30 e campo.
15a
50
15a
50
C
C
30 30
2) °
Alimente com sinal positivo utilizando um interruptor o terminal 50; Alimente com sinal negativo o terminal de retorno da bobina de retenção (campo); Meça continuidade entre os terminais 30 e 15ª.
+
50
-
+
50
-
Se o motor de partida estiver com defeito, ele exigirá força elétrica extra-alta da bateria. Nesse caso,a bateria é fortemente descarregada ou, no pior caso, ela não consegue dar partida no motor e danos irreversíveis à bateria podem ocorrer.
Teste do motor motor de partida Para fazer uma medição correta da corrente de partida solicitada pelo motor de partida, deve-se ter certeza de que a bateria esteja boa e carregada.Deve-se ter um amperímetro capaz de medir até 300 Apara veículos de passeio com motor de ciclo Otto ou um amperímetro capaz de medir até1100 A para caminhões ou veículos com motor de ciclo Diesel.Para proceder à medição, deve-se dar partida sem deixar que o motor pegue, para isso, nos motores de ciclo Otto deve-se retirar o fio central da bobina e aterrá-lo. Nos motores mais modernos deve se desligar o fio do sensor de rotação.Inserir o amperímetro no circuito e dar a partida algumas vezes. Em nenhuma das vezes a corrente deve ultrapassar os valores relacionados na tabela abaixo: Capacidade volumétrica do motor
Corrente máxima
1000 cc a 1600 cc (1.0 a 1.6)
130 A
1600 cc a 2000 cc (1.6 a 2.0)
150 A
2000 cc a 4500 cc (2.0 a 4.5)
180 A
As possíveis causas de um alto consumo de energia do motor de partida incluem: Os rolamentos rolamentos ou as buchas do motor de partida estão em más condições. O rotor tem soldas com maus contatos ou espiras com curto-circuito. O automático do motor de partida ou o impulsor (Bendix) ( Bendix) não estão em boas condições. Os cabos e terminais estão com maus contatos.
SOLENÓIDE DE COMANDO
30 SOLENÓIDE DE COMANDO
31
50
BOBINA DE CAMPOEMBREAGEM DE LAMINAS BOBINA AUXILIAR
Prof.. Gustavo Adolfo Prof
PINHÃO
COLETOR
ESCOVA INDUZIDO
BOBINA DE CAMPO INDUZIDO
CREMALHEIRA
SOLENÓIDE DE ENGRENAMENTO
30 SOLENÓIDE DE COMANDO
31 PROJETO E EDIÇÃO
50
BOBINA DE CAMPOEMBREAGEM DE LAMINAS BOBINA AUXILIAR
PINHÃO
COLETOR
ESCOVA INDUZIDO
BOBINA DE CAMPO
CREMALHEIRA
SOLENÓIDE DE ENGRENAMENTO
Prof.. Gustavo Adolfo Prof
Borne 50 ignição
Fio vermelho do Enrolamento de Derivação
1 – Borne 50 (Ignição) 2 – Porta escova negativo inferior 3 – Ponte de contato 4 – Porta escova positivo superior 5 – Porta escova positivo vo inferior 6 – Fio azul ou (AMARELO) ( AMARELO) do enrolamento de derivação
s e õ s n e m i D
Dimensões
Dimensões
Dimensões
RELÉ DE ENGRENAMENT ENGRENAMENTO O ( SOLENÓIDE SOLENÓIDE GRANDE)
TESTE DINÂMICO DOS RELÉS
KB M
Teste dinâmico com carga elétrica 24V meça antes a continuidade entre os pares
BOBINA DE CHAMADA FIO MAI FINO E FLEXIVEL carga elétrica BOBINA DE RETENÇÃO RETENÇÃO FIO MAIS RIGIDO carga elétrica +
_
+
_
TESTE DE CONTINUIDADE DO TERMINAL DE DERIVAÇÃO DE RETORNO DA BOBINA AUXILIAR RELÉ DE DE COMANDO COMANDO ( SOLENÓIDE PEQUENO) +
BOBINA DO RELÉ DE COMANDO _
carga elétrica Meça continuidade entre a ponte e o terminal de derivação da bobina auxiliar
continuid
Tamanho do Motor Diesel até 14 Tensão do Sistema 24V Rotação CW - horário Desempenho: De 5,4 a 9,0 KW
Tamanho do Motor Diesel até 14 Tensão do Sistema 24V Rotação CW - horário Desempenho: De 5,4 a 9,0 KW
Desempenho: De 5,4 a 9,0 KW
KB
COMPONENTES 01 – Pinhão 02 – Mancal de acionamento 03 – Mancal intermediário 04 – Embreagem de lâminas 05 – Induzido 06 – Eixo do induzido 07 – Jogo de bobinas de campo 08 – Mancal traseiro 09 – Jogo de escovas 10 – Relé de engrenamento 11 – Relé de comando 12 – Tampa traseira 13 – Jogo de reparo 14 – Kit terminal 15 – Porca do eixo